quarta-feira, fevereiro 08, 2017

Ore pelo Estado do Espírito Santo

Foto: unplash.com

Há duas semanas tive um sonho - nada tranquilo - em que eu estava caminhando sobre pedras à beira-mar e o tempo estava bom, a água, limpa. De repente, ondas gigantes de chumbo derretido vinham em direção à orla, às casas, às pessoas, tanto que chegou a respingar perto de mim, mas, com a ajuda de uma amiga, consegui pegar um caminho seguro até à casa de um familiar dela. Quando acordei, achei tudo isso muito estranho.

Os dias passaram e só me lembrei desse sonho novamente ao ver nos noticiários o caos que tem acontecido em cidades do Espírito Santo desde o último sábado, 4 de fevereiro. Uma "onda" de violência tem assolado a população da Grande Vitória e de municípios do interior do estado. O motivo é a falta de policiamento nas ruas, pois, em protesto, familiares de policiais militares bloqueiam a saída de viaturas e PMs de batalhões, reivindicando reajuste salarial e pagamento de benefícios.

Sem segurança pública, foram registradas* 90 mortes violentas em cinco dias, 200 furtos e roubos a carros em um dia e um prejuízo de 90 milhões ao comércio local. (Fonte: G1 / Sindicato da Polícia Civil do ES / Delegacia de Furto e Roubo de Veículos de Vitória, Fecomércio ES e Governo do ES)

Várias pessoas têm compartilhado vídeos na internet, e as imagens são assustadoras: assaltos à luz do dia, lojas sendo saqueadas, tiroteios. Enfim, é como uma "onda de chumbo derretido" - algo nada natural - que veio para afetar parte da população. De um estado litorâneo, inclusive. Coincidência ou não, nosso papel como cristãos é orar!

Motivos de oração:

• Que todos os familiares das vítimas sejam consolados e fortalecidos pelo Espírito Santo de Deus;
• Que haja saúde emocional na vida de todos que têm sido afetados por esse caos;
• Que todas as pessoas que têm violado as leis do estado e do país arrependam-se dos seus atos e sejam alcançadas pelo amor de Cristo;
• Que os policiais sejam justamente valorizados e a segurança pública, reforçada;
• Que a economia do estado do Espírito Santo e de todo o país seja estabilizada;
• Que hospitais, escolas e outros estabelecimentos voltem a funcionar em segurança.


:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

terça-feira, janeiro 31, 2017

Bem-aventurados os que choram | 31 de janeiro

Foto: unsplash.com


“Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados”.
(Mateus 5.4)

Quando o coração parece estar sendo apertado, quando a dor vem intensamente, quando não temos mais forças para nos expressar em oração por meio de palavras e tudo que sai de nós são lágrimas, podemos contar com um Deus cujo Espírito é Consolador. Em Seus braços Ele nos envolve e nEle temos consolo que traz paz e alento.

Há momentos em que nossa alma se entristece, passamos por fases que nos deixam inconsoláveis por meios humanos, mas nosso Pai de amor sabe como desacelerar e acalmar o nosso interior. Ele nos conhece nos mínimos detalhes e, mesmo que nenhuma palavra consigamos dizer, Ele ouve a oração que vem dos nossos olhos. Uma oração sincera, que sai em gotas. Elas caem em Suas mãos, e Ele as derrama sobre nós em forma de perfeita consolação.

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

segunda-feira, janeiro 30, 2017

Bem-aventurados os pobres em espírito | 30 de janeiro

Foto: unsplash.com


“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus”.
(Mateus 5.3)

Na passagem bíblica do Sermão do Monte – ou da Montanha – (Mateus 5.3-11), encontramos as Bem-Aventuranças, ou seja, declarações de bênçãos pronunciadas por Jesus. A primeira delas diz “bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos Céus” (verso 3 – NVI). O que Jesus quis dizer com a expressão “pobres em espírito”? Entendo que Ele se referia a pessoas que são humildes, que não têm um espírito altivo, que reconhecem que só podem ser espiritualmente fortes quando depositam sua confiança em Deus, e não na força do próprio “braço”; pessoas que não têm um comportamento orgulhoso.

Jesus não está falando apenas de pessoas pobres. Afinal, existem pobres com “espírito de rico”, que colocam sua esperança no dinheiro a ser conquistado e pensam que a felicidade virá das riquezas desejadas. O Mestre declarou a bênção aos “pobres EM espírito”, àqueles que entendem que são totalmente dependentes da graça e misericórdia divinas, que não tentam se sustentar no próprio entendimento, mas buscam, diariamente, o conhecimento e a sabedoria que vêm dos Céus.

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

quarta-feira, janeiro 25, 2017

Censura ao pecado | 25 de janeiro

Foto: unsplash.com



Jesus disse: “Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe”. (Lucas 17.3)

“Aquele que sabe censurar quem pratica o pecado” (verso 4 – versão “O Livro”) é a sétima resposta que vemos no Salmo 15 à pergunta “Senhor, quem habitará no Teu santuário? Quem poderá morar no Teu santo monte?” (verso 1). Como podemos entender, à luz da Palavra de Deus, a censura de quem está na prática do pecado? Um dos significados de ‘censurar’ é ‘repreender’, ou seja, advertir, admoestar, que quer dizer “aconselhar alguém quanto à sua maneira de proceder, para que a corrija de alguma forma” (Dic. Léxico).

Como cristãos, podemos censurar (ou advertir) nossos irmãos. Essa é uma orientação dada por Jesus (Lucas 17.3). Mas essa repreensão precisa ser em amor, mansidão e paciência (2 Timóteo 2.25a; 4.2). Não é julgar e condenar, até porque não somos juízes – Deus, sim, é o Juiz; não é considerar o indivíduo um inimigo, mas chamar sua atenção como irmão (2 Tessalonicenses 3.15). E isso precisa ser – sempre – por meio de um ensinamento salutar, com base nas Escrituras, que “é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça” (2 Timóteo 3.16).

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

segunda-feira, janeiro 23, 2017

Bem ao semelhante | 23 de janeiro

Foto: unsplash.com


“Se vocês de fato obedecerem à lei real encontrada na Escritura que diz: “Ame o seu próximo como a si mesmo”, estarão agindo corretamente”.
(Tiago 2.8)

Aquele “que nenhum mal faz ao seu semelhante” (verso 3b) é a quinta resposta que vemos no Salmo 15 à pergunta “Senhor, quem habitará no Teu santuário? Quem poderá morar no Teu santo monte?” (verso 1). Como a Palavra de Deus diz, toda a Lei se resume no mandamento de amarmos o próximo (Gálatas 5.14). E quem ama não faz mal a ninguém, porque “o amor é bondoso” e “não maltrata” (1 Coríntios 13.4,5).

Como cristãos, a nossa principal marca é o amor, que não é um sentimento, mas uma decisão de agir – ou reagir – em prol das pessoas que Deus coloca no nosso caminho. Não somente a favor dos nossos familiares e amigos, mas, também, de desconhecidos e até inimigos. Afinal, Jesus nos ensinou a prática do amor a eles e da oração aos que nos perseguem também (Mateus 5.44).

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

sexta-feira, janeiro 20, 2017

Prática da justiça | 20 de janeiro

Foto: unsplash.com


“Pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus”. (Miquéias 6.8a)

“Aquele que […] pratica o que é justo” (verso 2b) é a segunda resposta que vemos no Salmo 15 à pergunta “Senhor, quem habitará no Teu santuário? Quem poderá morar no Teu santo monte?” (verso 1). Nós cristãos servimos a um Deus cujo Filho Primogênito é conhecido também como “Sol da Justiça” (Malaquias 4.2 / Mateus 4.16). Portanto, uma vez que O confessamos como nosso Senhor e Salvador, também precisamos praticar a justiça em todos os âmbitos da nossa vida.

Ser justo significa respeitar a justiça em prol de todos, viver dignamente, tomar decisões corretas, no nosso caso, tendo como base a Palavra de Deus, e não o instinto carnal. Já o contrário de ‘justo’ é indigno, ilícito, ilegal, desonesto, abusivo etc; palavras das quais o nosso caráter precisa fugir, pois “bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça” (Mateus 5.6).

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

quinta-feira, janeiro 19, 2017

Conduta íntegra | 19 de janeiro



"Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras. Em seu ensino, mostre integridade e seriedade". (Tito 2.7)

"Aquele que é íntegro em sua conduta" (verso 2a) é a primeira resposta que vemos no Salmo 15 à pergunta "Senhor, quem habitará no Teu santuário? Quem poderá morar no Teu santo monte?" (verso 1). Sabemos que não somos salvos pelas obras que fazemos, mas, sim, pela graça de Cristo Jesus. Mas, uma vez que somos alcançados por Ele e passamos a ser habitação do Espírito Santo, precisamos começar uma nova caminhada.

Fato é que todo aquele que confessa Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador de sua vida passa a ter um exemplo a seguir: a própria vida de Jesus. Todo aquele que se torna cristão ou se diz "crente de berço" precisa rever sua conduta, seu comportamento, suas atitudes, os ambientes que frequenta, o testemunho que tem dado àqueles que ainda não conhecem o Senhor. Pois a nossa caminhada precisa ser de santidade e integridade.

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

quarta-feira, janeiro 18, 2017

O fruto do Espírito é domínio próprio | 18 de janeiro

"Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio". (2 Timóteo 1.7)

A palavra 'domínio' significa tanto autoridade, poder, quanto conhecimento (Dicionário Léxico). Por meio do Seu Espírito Santo, Deus nos deu a capacidade de ter 'domínio próprio', ou seja, autoridade e poder sobre nós mesmos, e, também, conhecimento de quem nós somos, em duas perspectivas: depois da queda no Éden e depois que cremos em Seu Filho, Cristo Jesus.

Falando de domínio próprio como autoconhecimento, sabemos quem somos quando lemos e meditamos na Palavra de Deus. Assim, entendemos que, devido à natureza adâmica em nós, temos corpo corruptível, ou seja, passível de pecado, mas em Cristo somos justificados e, quando Ele voltar, seremos revestidos de incorruptibilidade. Enquanto esperamos a volta do nosso Senhor, podemos contar, também, com o domínio próprio como autocontrole, para que, uma vez conscientes da nossa natureza pecaminosa, consigamos, pelo Espírito Santo, dominar sobre nossos pensamentos, sentimentos, emoções e ações, a fim de revelar por meio de tudo isso somente a natureza de Jesus em nós.

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

terça-feira, janeiro 17, 2017

O fruto do Espírito é mansidão | 17 de janeiro

Foto: unsplash.com


























"Esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus". (1 Pedro 3.4)

Se Jesus disse para aprendermos Dele, pois é "manso e humilde de coração" (Mateus 11.29b), e se somos morada do Seu Santo Espírito, não temos desculpas para não sermos mansos. Uma pessoa pode ser belíssima por fora, mas, se for rude, grosseira, mal educada, insensível e imprudente no falar e no agir, sem pensar em como isso pode prejudicar o próximo, é como um vaso de ouro cheio de trapos imundos.

Como cristãos, precisamos "exalar" mansidão por onde passarmos, independentemente do tipo de pessoa que apareça no nosso caminho. Porque a nossa tranquilidade e docilidade não dependem das circunstâncias ao nosso redor, mas, sim, de Quem está no nosso interior: o próprio Espírito de Deus. Que a presença Dele EM nós seja vista POR MEIO DAS nossas palavras e atitudes mansas.

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

sexta-feira, janeiro 13, 2017

O fruto do Espírito é paciência | 13 de janeiro

Foto: pixabay.com


"Descanse no Senhor e aguarde por ele com paciência".
(Salmos 37.7)

Já viu aquelas pessoas que "explodem" por qualquer coisa e ainda usam como desculpa o "fato de terem personalidade forte"? Pois é. Nós cristãos não podemos ser "explosivos", muito menos, arrumar justificativas como a citada. Por quê? Primeiro, porque temos o Espírito Santo habitando dentro de nós. Segundo, porque, por meio Dele, podemos ser pacientes, tanto com as pessoas ao nosso redor quanto para ver o cumprimento das promessas de Deus, pois paciência é uma das características do Seu fruto em nós.

As pessoas que estão à nossa volta não são obrigadas a suportar a "personalidade forte" de um cristão, até porque isso não existe para aqueles que seguem (ou deveriam seguir) os passos de Cristo. Precisamos refletir tudo aquilo que o nosso Senhor Jesus é. Sendo impacientes, não teremos sucesso nisso. Uma outra situação é que não devemos viver na impaciência querendo ter logo as respostas das nossas orações ou a realização de algo que Deus prometeu. Podemos usufruir da longanimidade, proveniente do fruto do Espírito Santo, e confiar na fidelidade do nosso Pai.

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]